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DIGITAL NEWS

Coloque os Ativos para Trabalhar: o caminho para a retomada do crescimento do Estado do Rio de Janeiro

É notória a dificuldade pela qual a economia fluminense vem passando nos últimos anos, consequência da falência do Estado e da crise econômica, agravada pela corrupção sistêmica instalada. Mais do que nunca, e por conta destes problemas, o Estado do Rio de Janeiro necessita de novos estímulos e diferentes caminhos para que a “segunda economia brasileira” volte a se estabilizar e crescer.

Apesar de sua grande crise econômica e social, podemos observar que o Estado apresenta uma infraestrutura extremamente relevante do ponto de vista de ativos econômicos importantes.

Como é possível observar, contamos com ativos econômicos e tecnológicos importantes instalados no Estado, o que facilita muito o planejamento de novos caminhos para o desenvolvimento. Ou seja, o Rio de Janeiro não é um “deserto” onde não há nada e que a partir daí se faz necessário pensar em seu desenvolvimento. Pelo contrário, o Rio de Janeiro tem ativos de grande relevância econômica, se comparado a outras regiões no Brasil e no exterior. Então, perguntamos: o que está faltando para o Estado retomar o seu crescimento?

O caminho mais simples e óbvio é “colocar estes ativos para trabalhar”. Ocupar estes recursos e integrá-los. Reduzir a ociosidade destes ativos econômicos e torna-los mais competitivos. Se estes ativos tiverem sua capacidade de utilização próximo de 80%, a crise econômica do Estado simplesmente “vai para o espaço”. Para isso, é preciso elaborar uma nova política econômica e industrial que “empreenda” estes ativos.

O Rio de Janeiro necessita de um elaborado “plano de negócio” e ser tratado como um “Grande Empreendimento” que, para dar certo, precisa planejar a melhor utilização dos recursos disponíveis e identificar novos mercados para seus ativos, integrando estes recursos entre si e as cadeias produtivas nacionais e internacionais, promovendo a convergência setorial, fomentando redes de negócios de forma compartilhada e colaborativa, mais dinâmicas e “inovadoras”.

A saída, então, é conhecer os ativos existentes, integrá-los e empreendê-los, colocando-os para trabalhar e produzir com toda a sua capacidade disponível, retomando os empregos e melhorando a arrecadação por meio de uma economia mais dinâmica e equilibrada. O Rio de Janeiro tem saída. Vamos empreendê-lo.

 

             Texto de Renato Regazzi - Mestre em tecnologia e especialista em desenvolvimento regional

                             Carlos Di Giorgio – Empresário e Presidente do SIGRAF-RJ

                             Luiz Carlos Prestes Filho – Especialista em economia da cultura e desenvolvimento regional

Indústria 4.0 ou Quarta Revolução Industrial

Indústria 4.0 ou Quarta Revolução Industrial é um termo que engloba algumas tecnologias para automação e troca de dados e utiliza conceitos de Sistemas ciber-físicos, Internet das Coisas e Computação em Nuvem.  A Indústria 4.0 facilita a visão e execução de "Fábricas Inteligentes" com as suas estruturas modulares, os sistemas ciber-físicos monitoram os processos físicos, criam uma cópia virtual do mundo físico e tomam decisões descentralizadas. Com a internet das coisas, os sistemas ciber-físicos comunicam e cooperam entre si e com os humanos em tempo real, e através da computação em nuvem, ambos os serviços internos e intra-organizacionais são oferecidos e utilizados pelos participantes da cadeia de valor.

Um sistema ciber-físico (cyber-physical system - CPS) é um sistema composto por elementos computacionais colaborativos com o intuito de controlar entidades físicas. A geração anterior à dos sistemas ciber-físicos é geralmente conhecida como sistemas embarcados, e encontraram aplicações em áreas diversas, tais como aeroespacial, automotiva, processos químicos, infraestrutura civil, energia, saúde, manufatura, transporte, entretenimento, e aplicações voltadas ao consumidor. Sistemas embarcados, no entanto, tendem a focar mais nos elementos computacionais, enquanto que sistemas ciber-físicos enfatizam o papel das ligações entre os elementos computacionais e elementos físicos.  No Brasil instituições acadêmicas como o SENAI/SC (Instituto SENAI de Inovação) a UFMG, Unicamp, UNB, USP, UFSC[2], UFRGS ,UFABC, FURG, UFPA e UFRA[3] desenvolvem projetos baseados em Sistemas Ciber-físicos. Pesquisa industrial na linha de CPS também vem sendo desenvolvida na Ericsson.

A Internet das Coisas (do inglês, Internet of Things) IoT, ou simplesmente internet, é uma rede de objetos físicos, veículos, prédios e outros que possuem tecnologia embarcada, sensores e conexão com rede capaz de coletar e transmitir dados. A Internet das Coisas emergiu dos avanços de várias áreas como sistemas embarcados, microeletrônica, comunicação e sensoriamento. De fato, a IoT tem recebido bastante atenção tanto da academia quanto da indústria, devido ao seu potencial de uso nas mais diversas áreas das atividades humanas.

A Internet das Coisas, em poucas palavras, nada mais é que uma extensão da Internet atual, que proporciona aos objetos do dia-a-dia (quaisquer que sejam), mas com capacidade computacional e de comunicação, se conectarem à Internet. A conexão coma rede mundial de computadores viabilizará, primeiro, controlar remotamente os objetos e, segundo, permitir que os próprios objetos sejam acessados como provedores de serviços. Estas novas habilidades, dos objetos comuns, geram um grande número de oportunidades tanto no âmbito acadêmico quanto no industrial. Todavia, estas possibilidades apresentam riscos e acarretam amplos desafios técnicos e sociais.

Entenda a Internet das Coisas

Esta é a era da Carreira 3.0 e da trabalhabilidade

Caros leitores,

Depois de 5 anos de preparativos e discussões para a obtenção de consenso mundial, foi finalmente publicada nesta 2ª feira (12/3/2018) a tão aguardada norma internacional ISO 45001:2018 - Sistemas de Gestão da Segurança e Saúde no Trabalho - Requisitos com orientações para uso.

Simultaneamente, o QSP lançou no Brasil o Manual com a ISO 45001 em Português! E criou a página http://iso31000.net/iso-45001, especialmente para apresentar a nova norma e os serviços exclusivos do QSP em SST, integrados às diretrizes da ISO 31000 de Gestão de Riscos!

A publicação do Manual com a ISO 45001:2018 em Português é o coroamento de um trabalho sobre sistemas de gestão da SST que tenho coordenado tecnicamente desde 1996, quando o QSP lançou no Brasil o manual com a primeira norma de diretrizes do mundo para sistemas de gestão da segurança e saúde dos trabalhadores: a BS 8800.

Vieram depois os manuais com a OHSAS 18001:1999 (revisada em 2007) e a OHSAS 18002:2000 (revisada em 2008), todos eles lançados no Brasil, pioneiramente, também pelo QSP.

Com a publicação do Manual com a ISO 45001 em Português, mais uma etapa da minha carreira profissional, iniciada na Fundacentro, foi agora concluída.

Agradeço a todos os amigos e colegas que me apoiaram e incentivaram nesta longa jornada!

Um grande abraço,

Francesco De Cicco
Diretor Executivo do QSP e Coordenador Técnico do Manual ISO 45001:2018 em Português

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PS: Por decisão da Comissão Nacional Tripartite, no âmbito do MTE, o Brasil não participou da construção da ISO 45001 e nem irá publicá-la como norma brasileira NBR. Por outro lado, o QSP acompanhou todas as etapas de desenvolvimento da ISO 45001, iniciado há 5 anos, culminando agora com a publicação do Manual com a ISO 45001 em Português e com a criação da página especial na ISO31000.net sobre a nova norma.

PS1: Faltam poucos dias para a publicação, pela ABNT, da versão em português da ISO 31000:2018 de Gestão de Riscos. Acompanhe pela ISO31000.net